Logotipo NEOBANKS

INTRODUÇÃO

O conceito básico dos neobanks ou challenger banks está no fato de que são Bancos cem por cento digitais, que atingem os seus clientes por meio de aplicativos móveis ou plataformas específicas para computadores pessoais. Figuram dentre as instituições financeiras que mais crescem no mercado das fintechs – a sigla surgiu da junção de 2 palavras: financial (financeiro) & technology (tecnologia).

As fintechs são majoritariamente startups que têm trabalhado para inovar e otimizar os serviços do sistema financeiro, tais como: funções de débito & crédito no cartão de bandeira Mastercard e as famosas maquininhas do tipo PagSeguro (saques disponíveis em milhares de caixas eletrônicos), além do PayPal e Google Pay (canais de pagamento de contas, compras e transações pela internet). O Brasil lidera o ranking mundial de caixas eletrônicos com cerca de 160.000 unidades espalhadas por quase todas as cidades.

O termo neobank tornou-se mais conhecido a partir de 2017 para descrever provedores financeiros baseados em fintechs, sendo que existiam dois tipos principais de empresas que ofereciam os serviços digitais: aquelas que solicitaram a sua própria licença bancária e outras que se associaram aos Bancos tradicionais para linhas de financiamento, crédito e investimento.

MERCADO

O crescimento das empresas financeiras digitais está baseado no fato de que elas facilitam o relacionamento com consumidores, incrementado pelo público que começa aderir aos seus serviços (futuros prospects).

Na Europa, por exemplo, os challenger banks têm sido impulsionados pelas regulamentações de Open Banking e se instalaram em grande número no Reino Unido, que oferece oportunidades para modelos não tradicionais de negócios (histórico como early adopter no digital banking). Atualmente, são mais de 100 organizações que atuam também em continentes como Ásia e no próprio mercado financeiro sul-americano.

Comparativamente aos Bancos tradicionais, os neobanks têm a vantagem de apresentar uma forma inovadora na gestão dos serviços financeiros, obtendo maiores índices de competitividade na prospecção e captação de clientes.

Embora o market share dos neobanks não esteja perto dos grandes Bancos – que ainda detêm maior parte do mercado –, a migração de usuários para as contas digitais começa a ser expressiva.

Para os neobanks não existe a mesma quantidade de instruções normativas e regulatórias impostas aos Bancos em suas operações financeiras. A total ausência de taxas e o desenvolvimento de interfaces que interagem com as gerações adeptas ao mobile, acabam se tornando em tarefas mais fáceis para os challenger banks que, por exemplo, não contam com as agências físicas tradicionais que tornam os procedimentos mais lentos e burocráticos.

A adoção de várias soluções automatizadas para agilizar a interação com os usuários, além do aumento da taxa de conversão no onboarding de novos clientes, devem ser as principais metas dos challenger banks e das fintechs ao longo dos próximos anos.

De qualquer forma, os neobanks enfrentam a forte concorrência dos Bancos já consolidados no mercado financeiro e que têm extensa base de clientes. Para tanto, deverão estar preparados para os desafios, no que diz respeito, dentre outros, às empresas sem core financeiro, mas que se arriscam nesse segmento de mercado. Além disso, existe uma parcela significativa de consumidores que ainda demonstra certa resistência ao adotar os produtos digitais no seu cotidiano.

O aumento das parcerias dos Bancos tradicionais com os neobanks torna-se essencial para que ofereçam serviços mais inovadores, trazendo vantagens e benefícios para as instituições financeiras de um modo em geral.

Na contramão de todo esse crescimento, oportuno destacar o fato de que os primeiros neobanks ficaram grandes e não conseguem manter o mesmo nível de personalização que os tornaram atrativos no mercado financeiro.

Os precursores desse mercado no país – sejam como instituições financeiras ou fintechs – foram: Banco Original, Nubank e Neon. Outros vieram depois, tais como: Superdigital, Banco Inter e Next. Há que se destacar ainda: BS2, C6 Bank e Agibank.

Existem os neobanks internacionais que incluíram a América Latina em seus planos de expansão (Exemplos: N26 e Revolut).
Fontes: Karina Menezes | idwall | Diário do Comércio |

ESTATÍSTICAS

O perfil predominante dos usuários dos Bancos Digitais continua sendo de jovens (48%); homens (54%); de classe média (55%) e alta (16%); e as regiões Sul e Sudeste concentram 74% dos seus clientes. (2019 x 2017).

Os investimentos em serviços e/ou contas digitais dos Bancos tradicionais geraram bons resultados, ampliando o Net Promoter Score (NPS) dos seus correntistas de 11,3% para 17,5% no mesmo período. O grau de satisfação apresentou crescimento (30,7 x 17,5%) comparativamente aos tradicionais. Cerca de 15% dos entrevistados fazem uso de ambas as contas (digitais e tradicionais). Os que usam unicamente os Bancos Digitais somam 3% da pesquisa.

Os principais quesitos considerados para trocar o Banco tradicional por um digital estão baseados em 2 fatores: de que não existe a necessidade de ir até ao Banco (32%) e o acesso 24 horas (29%).

A pesquisa de tecnologia bancária de 2019 da FEBRABAN registrou que em 2018 foram abertas 2,5 milhões de contas correntes por mobile banking e 434 mil por internet banking, num total aproximado de 3 milhões de contas digitais, porém, apenas nas instituições financeiras tradicionais.

Em 2018, segundo o Radar FintechLab (hub para conexão e fomento do ecossistema de fintechs nacionais), existiam 453 startups financeiras em operação, significando um crescimento de 23% em relação ao ano anterior.

De acordo com dados do levantamento da Accenture (consultoria de gestão, tecnologia da informação e outsourcing), o país possui cerca de 55 milhões de desbancarizados, ou seja: 39,5% da população economicamente ativa.

Criado em 2013, o brasileiro Nubank figura em destaque dentre os Bancos Digitais com cerca de 12 milhões de downloads do seu aplicativo, possuindo 5 milhões de usuários e uma avaliação de mercado de 4 bilhões de dólares.

Também nacional, a empresa de pagamentos Neon aparece na 8ª. posição com 600 mil usuários.
Fontes: Cantarino Brasileiro | FEBRABAN | Exceda | Rock Content |

CONFERENCISTAS

PALESTRAS
17 DE NOVEMBRO DE 2020

= 09h00 | 09h45 =
COMO INICIAR NA PRÁTICA AS TRANSFORMAÇÕES DIGITAIS NOS NEGÓCIOS
Rodrigo Andrade (Head de Inovação e Inteligência Artificial da FNC IT)
e Percival Oliveira (Fundador da Tálamo Consultoria)

= 09h45 | 10h30 =
OPEN BANKING NO CONTEXTO DO EMPREENDEDORISMO
Breno Guelman (Head do Banco BS2 – Empresas)

= 10h30 | 11h00 =
INTERVALO

= 11h00 | 11h45 =
O COMÉRCIO E AS TRANSFORMAÇÕES DIGITAIS
Antonio Everton Chaves Junior (Economista da Divisão Econômica da Confederação
Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo)

= 11h45 | 12h30 =
TRANSFORMAÇÃO DIGITAL – FINTECHS E INSURTECHS
Jorge Sant’Anna (Diretor Presidente da BMG Seguros, Membro do Conselho de Administração
da Associação Brasileira de Bancos e Presidente do Conselho de Administração
da CRT4 – Central de Registro de Títulos e Ativos)

= 12h30 | 13h30 =
INTERVALO

= 13h30 | 14h15 =
O PAPEL DO CADE NO MERCADO DE FINTECHS E BANCOS DIGITAIS
Patricia Alessandra Morita Sakowski e Mário Sergio Rocha Gordilho Júnior (Superintendente–Adjunta e Coordenador Geral
de Análise Antitruste da Superintendência Geral do CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica)

= 14h15 | 15h00 =
A VERDADEIRA INTERAÇÃO DIGITAL ENTRE O SETOR FINANCEIRO E O CLIENTE
Leonardo Fonseca Netto (Diretor de Biometria e Parcerias da NEC do Brasil)

= 15h00 | 15h30 =
INTERVALO

= 15h30 | 16h15 =
NOVAS SOLUÇÕES DE SEGURANÇA PARA TRANSAÇÕES DIGITAIS
Daniel Marchetti (Diretor de Prevenção à Fraude da Mastercard Brasil e Cone Sul)

= 16h15 | 17h00 =
EVOLUÇÃO DO BAAS (BANK AS A SERVICE) E A PRÓXIMA FRONTEIRA DOS SERVIÇOS FINANCEIROS PÓS-COVID19
Pedro Begotti e Gustavo Machado (Superintendente de Inovação e Diretor de Negócios Digitais do Banco ABC Brasil)

= 17h00 | 17h45 =
COMO A PANDEMIA DA COVID-19 ACELEROU A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL E OS PAGAMENTOS ELETRÔNICOS
Gustavo Burin (Head de Produtos e Inovação da Cielo)

18 DE NOVEMBRO DE 2020

= 09h00 | 09h45 =
TOKENIZAÇÃO DE ATIVOS DIGITAIS EM REDES DE BLOCKCHAIN
Percival Lucena (Especialista da IBM Research)

= 09h45 | 10h30 =
COMO A VALIDAÇÃO BIOMÉTRICA PODE OTIMIZAR A JORNADA E MELHORAR A EXPERIÊNCIA DO CLIENTE
Thiago Baère (Head de Negócios para o Mercado Privado do SERPRO – Serviço Federal de Processamento de Dados)

= 10h30 | 11h00 =
INTERVALO

= 11h00 | 11h45 =
CHARGEBACK NO E–COMMERCE : UMA ANÁLISE CRÍTICA, DICAS E LEGISLAÇÃO
André Sussumu Iizuka (Diretor Jurídico da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico)

= 11h45 | 12h30 =
INTELIGÊNCIA DE SOFTWARE PARA CLOUD CORPORATIVA NO MERCADO FINANCEIRO
Gabriel Prioli (Sales Engineer LATAM da Dynatrace)

= 12h30 | 13h30 =
INTERVALO

= 13h30 | 14h15 =
FINTECHS E BANCOS DIGITAIS : A IMPORTÂNCIA DA EVOLUÇÃO DA GOVERNANÇA NO RITMO DOS NEGÓCIOS
Thiago Brehmer (Sócio Líder de Serviços Financeiros da Grant Thornton Brasil)

= 14h15 | 15h00 =
INTEGRAÇÕES NA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PARA MINIMIZAR A CADEIA DE CUSTOS
Adalbero Cavalcanti (CEO da RB Investimentos)

= 15h00 | 15h30 =
INTERVALO

= 15h30 | 16h15 =
EXPERIÊNCIA DE BANCO GOVERNAMENTAL EM TRANSFORMAÇÃO DIGITAL E DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Lina Ângela Oliveira Salles Moreira (Gerente do Hub de Inovação do Banco do Nordeste)

= 16h15 | 17h00 =
TECNOLOGIA NA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL DOS RECURSOS HUMANOS
Adriano Gonçalves e Kamila Natane (Gerente de Negócios e Digital Marketing & Graphic
Designer da Employer) e Priscila Harrison (Product Manager da Lugarh)

= 17h00 | 17h45 =
TRANSFORMAÇÕES DIGITAIS E GESTÃO DE CARREIRA NO MERCADO FINANCEIRO
Madalena Feliciano (CEO e Master Coach da Outliers Careers)
TUTORIAL DA PLATAFORMA DO WEBINAR
COORDENADOR

PAULO BRUIN
Consultor sênior em gestão de eventos com 35 anos de experiência no mercado.
Cerca de 400 iniciativas (feiras, congressos, exposições, etc.) no currículo.
Ministrou cursos para 314 turmas com algo em torno de 9.000 participantes.

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